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Sistematização das iniciativas regionais para prevenção do turismo sexual infantil na América Latina: para uma estratégia regional. |
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| A presente investigação sistematiza a situação atual do turismo sexual infantil nos seguintes países: Brasil, Peru, Costa Rica, México, República Dominicana. |
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Segundo dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT), existem na América Latina pelo menos 20 milhões de crianças e adolescentes menores de 15 anos que trabalham, ou seja, que 1 de cada 5 crianças latino-americanas está economicamente ativa. As condições em que trabalham a grande maioria dessas crianças são deploráveis: as ganâncias que elas obtêm são escassas, elas estão sujeitas a jornadas de trabalho extenuantes para a sua idade, são vítimas de maus-tratos, entre outros problemas.
As crianças se vêm obrigadas a trabalhar, já que os ingressos familiares são insuficientes para satisfazer as necessidades básicas de subsistência. Somado a isso, existe uma percepção social positiva do trabalho infantil e uma aceitação do mesmo como instrumento formativo e de socialização de crianças. Essas percepções não levam em conta a repercussão negativa do trabalho infantil e legitimam-no. A exploração sexual comercial infantil (ESCI) é uma das graves conseqüências do conjunto de problemas sociais a que se fez referência. Talvez, essa seja uma das conseqüências mais nefastas.
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