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Meio ambiente urbano: mortalidade na infância,saneamento básico e políticas públicas

O trabalho explora as desigualdades regionais no que se refere à prestação de serviços de saneamento básico, mostrando as relações entre a prestação adequada ou ausência destes serviços, a saúde pública em geral e os índices de mortalidade infantil. Argumenta, dentre outras coisas que, ainda que dependente de múltiplos fatores, a queda consistente da mortalidade infantil parece estar fortemente dependente do modelo de intervenção na área das políticas públicas, particularmente no campo da medicina preventiva e curativa, e de saneamento básico. O artigo aborda a relação entre a mortalidade na infância e um conjunto de bens e serviços coletivos, particularmente no que se refere ao acesso a instalações adequadas de saneamento básico (água e esgoto). Em seguida, utilizando os resultados obtidos pela Pesquisa de Informações Básicas Municipais – meio ambiente 2002, verifica a percepção do gestor local quanto a problemas localizados neste setor da administração pública.
por * Trabalho apresentado no XV Encontro Nacional de Estudos Populacionais, ABEP, realizado em Caxambú – MG, Brasil, de 18 a 22 de setembro de 2006. www.abep.nepo.unicamp.br/encontro2006/docspdf/abep2006_142.pdf   
Publicado em 09-19-2011Traduzir esta página Traduzir esta página   
Considerando as regiões brasileiras e o conjunto de seus estados, são feitas estimativas da mortalidade na infância (menores de 5 anos), a partir das informações do Censo Demográfico de 2000, segundo a adequação das instalações de água e de esgoto dos domicílios. Por último, faz-se uma associação entre as mais altas taxas de mortalidade infantil encontradas no país e os problemas apontados pelos gestores locais com relação à situação do saneamento básico em seus respectivos municípios.    

 

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