Através da escrita e do profissionalismo dos jornalistas aliados neste livro; Alberto Aguirre, Alberto Nájar, Daniela Pastrana, Elena Michel, Gerardo Jiménez, Mael Vallejo, Marco Antonio Martínez, Martín Andrés Carreón e Lilia Saúl Rodríguez, faz-se recordar a partir de distintas perspectivas e miradas, a tragédia de New’s Divine.
Hoje é dominante a visão de que a segurança consiste em acabar com os narcotraficantes, os seqüestros, etc., limpando as ruas dos criminosos e daqueles que “se parecem” a estes: mendigos, gangues, etc. Esta consiste numa visão limitada quando sabemos que a infância e juventude mexicana, neste caso, mas que poderia ser de qualquer outro país latino-americano, não conta com espaços seguros para se estudar, brincar e se desenvolver.
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