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	<title>Equidade para a InfÃ¢ncia AmÃ©rica Latina</title>
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	<description>Equidade para a Infância América Latina é uma iniciativa que busca criar espaços para o intercâmbio de experiências, a articulação de atores sociais e a promoção de ações de incidência, com o fim de ampliar o conhecimento sobre os problemas que afetam a infância na América Latina.  O projeto é desenvolvido pelo Programa de Pós-Graduação em Assuntos Internacionais (GPIA) de The New School University e da Fundação e Instituto Arcor. O trabalho de Equidade para a Infância visa contribuir à construção de conhecimentos, práticas e debates que incluam as múltiplas narrativas sobre os processos de reforma e transformação que ocorrem no hemisfério. As ações de Equidad para la Infancia estão pautadas em dois eixos centrais: os Direitos Humanos e a igualdade de oportunidades para crianças e adolescentes, e se desenvolvem através da difusão de informações e da articulação de atores para a incidência. </description>
	<language>pt</language>
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		<title><![CDATA[V Congresso Internacional AFIN : La trÃ­ada en la adopciÃ³n, el acogimiento y la reproducciÃ³n asistida: el lugar de la familia de origen]]></title>
		<link>http://www.equidadeparaainfancia.org/v-congresso-internacional-afin--la-triada-en-la-adopcion-el-acogimiento-y-la-reproduccion-asistida-el-lugar-de-la-familia-de-origen-751/index.html</link>
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		<pubDate>Tue 14 2012</pubDate>
		<dc:creator>Equidade para a InfÃ¢ncia AmÃ©rica Latina</dc:creator>
		<category><![CDATA[Direito Ã  proteÃ§Ã£o especial]]></category>
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		<description><![CDATA[O texto &eacute; uma resenha sobre as discuss&otilde;es apresentadas em cada uma das sess&otilde;es das mesas redondas do encontro. Por um lado, as discuss&otilde;es frente &agrave; fam&iacute;lia de origem na ado&ccedil;&atilde;o e o acolhimento. Neste eixo, se colocaram a disposi&ccedil;&atilde;o elementos te&oacute;ricos e estat&iacute;sticos de um autor muito reconhecido no campo das ado&ccedil;&otilde;es que &eacute; Peter Selman, junto com investiga&ccedil;&otilde;es de distintos pa&iacute;ses, assim como experi&ecirc;ncias e casos concretos de fam&iacute;lias de origem e adotantes. 

E por outro, o lugar dos genitores e das genitoras na parentalidade substitu&iacute;da e por reprodu&ccedil;&atilde;o assistida. Neste lugar, &eacute; abordado um tema atual e complexo, no qual s&atilde;o colocadas em confronto as constru&ccedil;&otilde;es sociais sobre a maternidade e a paternidade, desatualizando-as e questionando os supostos valores sobre os quais se edificam.
&nbsp;
&nbsp;]]></description>
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		</item>
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		<title><![CDATA[De sequestros a adoÃ§Ãµes: O circuito institucional da apropriaÃ§Ã£o criminal de crianÃ§as na Argentina (1976-1983)]]></title>
		<link>http://www.equidadeparaainfancia.org/de-sequestros-a-adocoes-o-circuito-institucional-da-apropriacao-criminal-de-criancas-na-argentina-(19761983)-750/index.html</link>
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		<pubDate>Mon 13 2012</pubDate>
		<dc:creator>Equidade para a InfÃ¢ncia AmÃ©rica Latina</dc:creator>
		<category><![CDATA[Direito Ã  proteÃ§Ã£o especial]]></category>
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		<description><![CDATA[A partir da an&aacute;lise de casos - sendo o centro as crian&ccedil;as que foram entregues &rdquo;legalmente&rdquo;- a autora identifica os dispositivos institucionais que foram utilizados; analisa os sentidos sociais outorgados da ado&ccedil;&atilde;o que se fizeram manifestos neles; e identifica como algumas narrativas sobre o &ldquo;abandono&rdquo; de crian&ccedil;as foram recriadas neste contexto e usadas para tentar legitimar esses atos delitivos. 

&Eacute; assim como aparecem as matrizes de sentido que permitiram legitimar pr&aacute;ticas de apropria&ccedil;&atilde;o de crian&ccedil;as, o que se converteu em um elemento anal&iacute;tico central para um novo olhar n&atilde;o somente das pr&aacute;ticas delitivas da &eacute;poca, mas tamb&eacute;m dos procedimentos e processos atuais em torno da ado&ccedil;&atilde;o internacional.]]></description>
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		</item>
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		<title><![CDATA[Da Guatemala a EtiÃ³pia: ModificaÃµes na adoÃ§Ã£o internacional, novas vulnerabilidades mudanÃ§asna EtiÃ³pia]]></title>
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		<pubDate>Mon 13 2012</pubDate>
		<dc:creator>Equidade para a InfÃ¢ncia AmÃ©rica Latina</dc:creator>
		<category><![CDATA[Direito Ã  proteÃ§Ã£o especial]]></category>
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		<description><![CDATA[&nbsp;At&eacute; o ano de 2008 a Guatemala era um dos pa&iacute;ses com maior n&uacute;mero de crian&ccedil;as adotadas internacionalmente. Existindo sobre esse processo in&uacute;meras d&uacute;vidas associadas a pr&aacute;ticas ilegais, falsifica&ccedil;&atilde;o de papeis, recrutamento de crian&ccedil;as, entre outros. O que finalmente levou o pa&iacute;s a assumir a decis&atilde;o de fechar as ado&ccedil;&otilde;es, fazer um processo de avalia&ccedil;&atilde;o e, reabri-las, mas dentro de um programa piloto centralizado que implicou a diminui&ccedil;&atilde;o do n&uacute;mero de crian&ccedil;as dispon&iacute;veis para ado&ccedil;&atilde;o. Situa&ccedil;&atilde;o esta que gerou demanda para novos pa&iacute;ses que atendiam as mesmas caracter&iacute;sticas que atendeu, durante muito tempo, a Guatemala, ado&ccedil;&otilde;es r&aacute;pidas de crian&ccedil;as pequenas e sadia.
Desta maneira, a Eti&oacute;pia se converteu em um dos principais pa&iacute;ses de origem de crian&ccedil;as, de pr&aacute;ticas e procedimentos neste tema, at&eacute; e inclusive as agencias que operavam na Guatemala mudaram a partir deste momento; hoje, as d&uacute;vidas e os sinais sobre a venda e roubo de crian&ccedil;as se instalam sobre este pa&iacute;s.
O Newsletter tamb&eacute;m aponta filmes, livros e bibliografias onde se aprofundam o tema.]]></description>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Os silÃªncios da adoÃ§Ã£o na Espanha]]></title>
		<link>http://www.equidadeparaainfancia.org/os-silencios-da-adocao-na-espanha-748/index.html</link>
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		<pubDate>Mon 13 2012</pubDate>
		<dc:creator>Equidade para a InfÃ¢ncia AmÃ©rica Latina</dc:creator>
		<category><![CDATA[Pobreza, desigualdade e iniquidade]]></category>
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		<description><![CDATA[A autora apresenta como dentro da tr&iacute;ada da ado&ccedil;&atilde;o internacional foi silenciada a voz da fam&iacute;lia, (m&atilde;e) biol&oacute;gica, passando-se por alto n&atilde;o somente dos direitos das m&atilde;es biol&oacute;gicas como tamb&eacute;m das crian&ccedil;as adotadas. Dentro do artigo usa-se o conceito de multimaternagem ou maternidade m&uacute;ltipla para fazer refer&ecirc;ncia a todas as poss&iacute;veis maternidades que atualmente podem apresentar-se, enfatizando a dificuldade social, &ldquo;incomodidade&rdquo;, para aceitar este feito. Estes est&atilde;o relacionados com pressupostos sobre a maternidade, os mandatos sobre o corpo das mulheres, sobre os quais se edificam os processos de ado&ccedil;&atilde;o. 

A ado&ccedil;&atilde;o se sustenta sobre imagens e pressupostos- intencionais ou n&atilde;o- que t&ecirc;m edificado a imagem de crian&ccedil;as &oacute;rf&atilde;s que necessitam ser adotadas, isso ent&atilde;o se converte em um ato de caridade ou de altruismo. Apresenta situa&ccedil;&otilde;es que tiveram que passar por altas discuss&otilde;es fundamentais como as desigualdades de distinto tipo -classes, g&ecirc;nero e etnia- inerentes a ado&ccedil;&atilde;o, as dificuldades de combinar trabalho e crian&ccedil;a e cria&ccedil;&atilde;o dos filhos, entre outras. E tamb&eacute;m os sil&ecirc;ncios em rela&ccedil;&atilde;o a situa&ccedil;&otilde;es de origem das crian&ccedil;as, assim como procedimentos, pr&aacute;ticas e sentidos tem dado lugar ao tr&aacute;fico, extravio e pr&aacute;ticas de apropria&ccedil;&atilde;o.]]></description>
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		<title><![CDATA[MigraÃ§Ã£o, cuidado e sustentabilidade da vida]]></title>
		<link>http://www.equidadeparaainfancia.org/migracao-cuidado-e-sustentabilidade-da-vida-747/index.html</link>
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		<pubDate>Mon 13 2012</pubDate>
		<dc:creator>Equidade para a InfÃ¢ncia AmÃ©rica Latina</dc:creator>
		<category><![CDATA[Macroeconomia e tendÃªncias globais]]></category>
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		<description><![CDATA[O texto apresenta como exemplo transversal o cuidado como uma tarefa de responsabilidade coletiva, em que existe interven&ccedil;&atilde;o do Estado e da sociedade, sup&otilde;e um ponto de conflu&ecirc;ncia que pode derivar em m&uacute;ltiplos feitos emancipat&oacute;rios para a sociedade Boliviana.

Em termos gerais, mais ainda na sua fase introdut&oacute;ria e te&oacute;rica, o livro aponta o contexto boliviano, em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s car&ecirc;ncias estruturais de emprego e prote&ccedil;&atilde;o social, caracterizando a popula&ccedil;&atilde;o e seu dinamismo, relacionando as necessidades de cuidado com as crian&ccedil;as. Posteriormente se faz uma aproxima&ccedil;&atilde;o destes mesmos aspectos, mas na realidade espanhola, buscando com isso situar as condi&ccedil;&otilde;es de expuls&atilde;o e de atra&ccedil;&atilde;o da migra&ccedil;&atilde;o transnacional feminina vinda da Bol&iacute;via.]]></description>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Desenvolvimento LingÃ¼Ã­stico e Cognitivo. Entrevista com Adriana Castro]]></title>
		<link>http://www.equidadeparaainfancia.org/desenvolvimento-linguistico-e-cognitivo-entrevista-com-adriana-castro-739/index.html</link>
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		<pubDate>Thu 12 2012</pubDate>
		<dc:creator>Equidade para a InfÃ¢ncia AmÃ©rica Latina</dc:creator>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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		<description><![CDATA[Nesta entrevista, a Professora Adriana Castro, coordenadora de Iniciativas Territoriais e Capacita&ccedil;&atilde;o da Funda&ccedil;&atilde;o Arcor, comenta algumas caracter&iacute;sticas e resultados do Programa Desenvolvimento Ling&uuml;&iacute;stico e Cognitivo, desenvolvido atrav&eacute;s de uma&nbsp; alian&ccedil;a entre a Funda&ccedil;&atilde;o Arcor, o Conselho Geral de Educa&ccedil;&atilde;o de Entre Rios (Argentina) e o Conselho Nacional de Pesquisas Cient&iacute;ficas e T&eacute;cnicas (Conicet).

O programa prop&otilde;e intensificar a articula&ccedil;&atilde;o entre as fam&iacute;lias e as institui&ccedil;&otilde;es educativas e, neste marco, fortalecer as a&ccedil;&otilde;es das/os professoras/es da pr&eacute;-escola e dos adultos da comunidade, com o fim de capitalizar o potencial das crian&ccedil;as e promover seu desenvolvimento ling&uuml;&iacute;stico e cognitivo. As a&ccedil;&otilde;es visam recuperar os conhecimentos pr&eacute;vios e a linguagem das crian&ccedil;as, ampliando seu vocabul&aacute;rio, suas estrat&eacute;gias de discurso, sua aprendizagem da variedade ling&uuml;&iacute;stica padr&atilde;o e promovendo o ingresso no processo de alfabetiza&ccedil;&atilde;o. Uma avalia&ccedil;&atilde;o realizada em 2010 revelou que as crian&ccedil;as de 5 anos que participaram do Projeto durante um ano praticamente duplicaram seu vocabul&aacute;rio e sua produ&ccedil;&atilde;o de conceitos.

O programa est&aacute; composto por 8 m&oacute;dulos que tratam diversos aspectos do desenvolvimento ling&uuml;&iacute;stico e cognitivo infantil; cada um descreve e exemplifica as a&ccedil;&otilde;es e as estrat&eacute;gias que os professores e outros adultos -pais, m&atilde;es e outras pessoas pr&oacute;ximas &agrave; crian&ccedil;a -podem desenvolver para potencializar seu desenvolvimento.

O material est&aacute; dispon&iacute;vel no seguinte link: https://www.fundacionarcor.org/esp_bherr.asp da web da Funda&ccedil;&atilde;o Arcor.]]></description>
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		</item>
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		<title><![CDATA[ApresentaÃ§Ã£o e SeminÃ¡rio Â“Young LivesÂ”]]></title>
		<link>http://www.equidadeparaainfancia.org/apresentacao-e-seminario-young-lives-730/index.html</link>
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		<pubDate>Wed 30 2011</pubDate>
		<dc:creator>Equidade para a InfÃ¢ncia AmÃ©rica Latina</dc:creator>
		<category><![CDATA[Pobreza, desigualdade e iniquidade]]></category>
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		<description><![CDATA[Young Lives &eacute; um estudo internacional &uacute;nico sobre pobreza infantil, que segue a vida de 12000 crian&ccedil;as em quatro pa&iacute;ses (Eti&oacute;pia, &Iacute;ndia (Andhra Pradesh), Peru e Vietnam) por mais de 15 anos. A raz&atilde;o deste tempo &eacute; que o mesmo &eacute; o que foi estabelecido pela ONU para medir o progresso em rela&ccedil;&atilde;o ao cumprimento das Metas de Desenvolvimento do Mil&ecirc;nio. Young Lives oferece uma rica informa&ccedil;&atilde;o sobre as circunstancias sociais e materiais das crian&ccedil;as atrav&eacute;s do tempo, que crescem em contextos rurais e urbanos, em &aacute;reas de extrema pobreza ou em pobreza moderada, em fam&iacute;lias numerosas ou como migrantes, bem como em uma variedade de circunstancias. 

Dois grupos de crian&ccedil;as s&atilde;o observados em cada pa&iacute;s. 2000 crian&ccedil;as que nasceram entre 2001-02 e 1000 crian&ccedil;as que nasceram entre 1994-95. O estudo abarca 15 anos das vidas destas crian&ccedil;as, percorrendo idades que v&atilde;o desde a primeira inf&acirc;ncia at&eacute; a juventude, o que implica que o mesmo examina como se transformam suas vidas neste per&iacute;odo. Deste modo, Young Lives &eacute; um estudo internacional &uacute;nico sobre pobreza infantil que acompanha as transforma&ccedil;&otilde;es nas vidas de mais de 12000 crian&ccedil;as.

Programa&ccedil;&atilde;o

7 de Fevereiro/2012
Graduate Center da City University of New York
&bull; Apresenta&ccedil;&atilde;o dos resultados e discuss&atilde;o 

8 de Fevereiro/2012
Equity for Children, Graduate Program in International Affairs, The New School
&bull;&nbsp; Semin&aacute;rio para agentes sobre desenvolvimento de pol&iacute;ticas em pobreza e equidade. 

Mais informa&ccedil;&otilde;es: http://equityforchildren.org/young-lives-presentation-and-seminar-777/index.html]]></description>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[ As novas leis de educaÃ§Ã£o na AmÃ©rica Latina. Uma leitura Ã  luz do panorama social e educativo na regiÃ£o.]]></title>
		<link>http://www.equidadeparaainfancia.org/as-novas-leis-de-educacao-na-america-latina-uma-leitura-a-luz-do-panorama-social-e-educativo-na-regiao-729/index.html</link>
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		<pubDate>Wed 30 2011</pubDate>
		<dc:creator>Equidade para a InfÃ¢ncia AmÃ©rica Latina</dc:creator>
		<category><![CDATA[Direito Ã  educaÃ§Ã£o]]></category>
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		<description><![CDATA[A an&aacute;lise aborda os resultados da revis&atilde;o legislativa no Peru, El Salvdor, Nicar&aacute;gua, Guatemala e Argentina, e os debates legislativos pr&eacute;vios &agrave; san&ccedil;&atilde;o de novas leis no Chile e na Bol&iacute;via. 

A hip&oacute;tese que subjaz esta an&aacute;lise &eacute; que se estaria gestando uma nova gera&ccedil;&atilde;o de reformas que se nutrem dos acertos e fracassos do conjunto de leis que foram sancionadas anteriormente, especialmente aquelas da d&eacute;cada de 90.

Este artigo prop&otilde;e estar ocorrendo uma transi&ccedil;&atilde;o entre pol&iacute;ticas orientadas a garantir o acesso &agrave; escola a outras que enfatizam o acesso ao conhecimento. 

Fonte: www.iipe-buenosaires.org.ar
]]></description>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Entrevista com NÃ©stor LÃ³pez. Coordenador de programas do Instituto Internacional de Planejamento da EducaÃ§Ã£o (IIPE) UNESCO - Buenos Aires.]]></title>
		<link>http://www.equidadeparaainfancia.org/entrevista-com-nestor-lopez-coordenador-de-programas-do-instituto-internacional-de-planejamento-da-educacao-(iipe)-unesco--buenos-aires-728/index.html</link>
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		<pubDate>Wed 30 2011</pubDate>
		<dc:creator>Equidade para a InfÃ¢ncia AmÃ©rica Latina</dc:creator>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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		<description><![CDATA[Nesta entrevista, N&eacute;stor L&oacute;pez, coordenador de programas do Instituto Internacional de Planejamento da Educa&ccedil;&atilde;o (IIPE) UNESCO - Buenos Aires, reflete sobre a situa&ccedil;&atilde;o da educa&ccedil;&atilde;o na regi&atilde;o, considerando, dentre outras quest&otilde;es, a expans&atilde;o dos processos de escolariza&ccedil;&atilde;o e os desafios para alcan&ccedil;ar a equidade, as tens&otilde;es e dificuldades nas rela&ccedil;&otilde;es que a escola estabelece com os/as adolescentes, as transforma&ccedil;&otilde;es nas legisla&ccedil;&otilde;es ocorridas nas &uacute;ltimas d&eacute;cadas, e a heterogeneidade nos processos de implementa&ccedil;&atilde;o das pol&iacute;ticas. 

De acordo com L&oacute;pez, nos &uacute;ltimos 15 anos houve uma expans&atilde;o significativa da escolariza&ccedil;&atilde;o de crian&ccedil;as, adolescentes e jovens em quase toda a regi&atilde;o. Neste processo, foram beneficiados os setores historicamente esquecidos. Deste modo, avan&ccedil;ou-se na incorpora&ccedil;&atilde;o de crian&ccedil;as e adolescentes ind&iacute;genas, afro-descendentes, pobres, e oriundos/as dos setores rurais. N&atilde;o obstante, a partir de 2004-2005 as taxas de escolariza&ccedil;&atilde;o estancaram e inclusive come&ccedil;aram a diminuir.

Nesta dificuldade da escola para seguir incluindo os alunos, aparecem os problemas estruturais como a pobreza e a exclus&atilde;o. Mas, al&eacute;m disso, est&aacute; a dificuldade que do sistema educativo para se relacionar com os/as adolescentes. A escola m&eacute;dia vive um dilema: se esta institui&ccedil;&atilde;o foi pensada para selecionar, hoje se pede &agrave; mesma que seja inclusiva e universal. A imagem que se continua tendo do aluno e a do adolescente urbano, branco e de classe m&eacute;dia. A escola, como outros organismos do estado, tem uma dificuldade de estabelecer uma rela&ccedil;&atilde;o com a adolesc&ecirc;ncia baseada no reconhecimento de sua identidade e sua cultura, seus interesses, expectativas, medos e d&uacute;vidas. Estas quest&otilde;es geram conflitos e propiciam o abandono da escola.

Outro tema pendente &eacute; o da aprendizagem. L&oacute;pez sinaliza que neste momento existe um debate na regi&atilde;o sobre como abordar o problema da qualidade da aprendizagem sem prejudicar a proposta da inclus&atilde;o educativa.

Com rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s principais transforma&ccedil;&otilde;es legislativas dos processos educativos na Am&eacute;rica Latina, Nestor L&oacute;pez identifica uma tend&ecirc;ncia ao reconhecimento da educa&ccedil;&atilde;o como um direito e n&atilde;o um privil&eacute;gio, assim como uma preocupa&ccedil;&atilde;o expl&iacute;cita pela n&atilde;o discrimina&ccedil;&atilde;o. Isso ap&oacute;s a supera&ccedil;&atilde;o das reformas dos anos 90, quando a educa&ccedil;&atilde;o era pensada como uma ferramenta de forma&ccedil;&atilde;o de recursos humanos para a participa&ccedil;&atilde;o no mercado.

L&oacute;pez conclui propondo que o discurso dos direitos se consolidou e adquiriu legitimidade na regi&atilde;o, mas alerta que os dissensos sobre o tema se visibilizam no momento de se designar verbas e executar as pol&iacute;ticas. Por outra parte, no que se refere &agrave; implementa&ccedil;&atilde;o destas novas leis, ressalta as enormes diferen&ccedil;as que existem entre os pa&iacute;ses da regi&atilde;o. O grau de implementa&ccedil;&atilde;o destas normas ou a possibilidade de convert&ecirc;-las em pol&iacute;ticas dependem, dentre outras coisas, da tradi&ccedil;&atilde;o e da solidez das institui&ccedil;&otilde;es do estado.]]></description>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[A construÃ§Ã£o da justiÃ§a educativa. CritÃ©rios de redistribuiÃ§Ã£o e reconhecimento para a educaÃ§Ã£o argentina.]]></title>
		<link>http://www.equidadeparaainfancia.org/a-construcao-da-justica-educativa-criterios-de-redistribuicao-e-reconhecimento-para-a-educacao-argentina-727/index.html</link>
		<comments>http://www.equidadeparaainfancia.org/a-construcao-da-justica-educativa-criterios-de-redistribuicao-e-reconhecimento-para-a-educacao-argentina-727/index.html</comments>
		<pubDate>Wed 30 2011</pubDate>
		<dc:creator>Equidade para a InfÃ¢ncia AmÃ©rica Latina</dc:creator>
		<category><![CDATA[Direito Ã  educaÃ§Ã£o]]></category>
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		<description><![CDATA[Trata-se de um texto que, desde a sociologia da educa&ccedil;&atilde;o, oferece olhares poss&iacute;veis da escola salientando-se o fatalismo que tanto abunda neste &acirc;mbito, mas sem incorrer em uma proposta tecnocr&aacute;tica de diretrizes descontextualizadas. Prop&otilde;e-se um horizonte para a a&ccedil;&atilde;o, uma reflex&atilde;o que mostra dilemas e aponta caminhos para o planejamento educativo.

No centro das proposi&ccedil;&otilde;es est&atilde;o as no&ccedil;&otilde;es de redistribui&ccedil;&atilde;o e reconhecimento de Nancy Fraser, a partir das quais se prop&otilde;e que os crit&eacute;rios para a melhora da justi&ccedil;a educativa contemplem a dimens&atilde;o da redistribui&ccedil;&atilde;o dos bens materiais e/ou simb&oacute;licos, bem como a dimens&atilde;o do reconhecimento dos distintos contextos e tipos de atores. 

Fonte: UNICEF]]></description>
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