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Desigualdade sócio-econômica e saúde na infância na América Central e na fronteira sul do México. |
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| Neste documento analisa-se a evolução de um dos indicadores centrais da saúde, a mortalidade infantil, em relação ao produto interno bruto per capita, o gasto total em saúde e a proporção da população que têm acesso à água potável nas regiões da fronteira sul do México e dos países da América Central. |
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| por Olga Lidia López González, Benito Salvatierra Izaba e Austreberta Nazar Beutelspacher | México |
| Publicado em 01-01-2010 | Traduzir esta página |
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Observa-se que existem fortes desigualdades entre os diferentes países e ao interior dos mesmos no que se refere ao PIB per capita, ao gasto em saúde e ao acesso à água potável. Vale ressaltar que mudanças econômicas como o PIB per capita, não influenciam de maneira direta na saúde das populações pobres, senão que existem outros fatores sócio-econômicos que estão mediando o declínio das taxas, como o gasto total em saúde e a proporção da população que tem acesso à água potável.
Este estudo mostra que o acesso universal à água potável deveria ser uma prioridade, considerando que é um indicador importante para a prevenção de doenças (principalmente em crianças) e para a redução das taxas de mortalidade infantil.
II Congresso Latino-americano e caribenho de Ciências Sociais. México 2010. 27, 27 e 28 de maio. Cidade do México. |
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