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David Cufré - Jornal Página 12. 16 de março de 2010 |
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| Relatório da Anses destaca que o subsídio chega a quase 3,4 milhões de crianças e adolescentes. A renda média por família é de 284 pesos. Isso gera um impacto na população pobre, e sobretudo na população indigente. No norte do país, a cobertura abrange quase metade das crianças. |
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| por David Cufré - Jornal Página 12. 16 de março de 2010 | Argentina |
| Publicado em 03-16-2010 | Traduzir esta página |
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O artigo baseia-se em uma informação fornecida pela Anses (Administração Nacional da Seguridade Social), através da qual demonstra que depois da implementação da “Asignación Universal por Hijo” (Atribuição Universal por Filho), reduziu-se a quantidade de pessoas vivendo tanto em situação de pobreza quanto de indigência. De acordo com estes dados, a indigência medida pela renda baixou de 6,6 a 3,4%. Já a pobreza a diminuiu 4,4 pontos, baixando de de 23,3 a 18,9% entre as crianças e os adolescentes. De igual modo, destaca-se como um dado significativo que 95% do subsídio é utilizado para a compra de alimentos. A estimativa foi feita em base à “Encuesta Permante de Hogares” (Pesquisa por Amostra de Domicílio) correspondente ao segundo trimestre de 2009. O artigo menciona a cobertura do programa em algumas províncias da Argentina, sendo nas províncias do norte do país onde tem o maior impacto.
Veja mais: http://www.pagina12.com.ar/imprimir/diario/economia/2-142097-2010-03-16.html |
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