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Avaliação do plano que não esperou o derramamento. Impacto econômico e social da atribuição universal por filho. Repercussões no comércio e na indústria. |
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| Segue-se avançando no pagamento da “Asignación Universal por hijo” (AUH) (Atribuição universal por filho) e especialistas de distintas áreas sociais continuam apontando muitos benefícios nesta política. |
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Um estudo do Ministério de Economia indica que em 2010, a AUH agregará 1,1 ponto percentual ao PIB e 2,3 pontos percentuais ao consumo. O relatório de uma consultora indica que praticamente 100% daqueles que recebem o subsidio estão por cima da linha da indigência. Dirigentes da Federação Argentina de Supermercados, que agrupa as pequenas e médias empresas deste setor comercial, afirmaram que seus associados elevaram suas vendas em uma media de 8% desde novembro graças à AUH. E seus colegas dos auto-serviços chineses realizaram uma pesquisa que revelou que em algumas áreas chegam a vender até 20% mais e que 72% das compras dos beneficiários deste plano destina-se a alimentos. Também cresceu a produção de calçado e indumentária para crianças.
Por outro lado, aumentou a taxa de matrícula de alunos de escolas primárias e secundárias. Em relação à área de saúde, um informe nacional deste ministério, revela que, em algumas províncias, se incrementou até 40% a taxa de vacinação e que, em nível nacional, elevou-se em 40% a inscrição no seguro medico estatal “Plan Nacer” (Plano Nascer).
Veja mais: http://www.pagina12.com.ar/diario/economia/2-142810-2010-03-28.html |
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